Atenção, o medo de dentista dos pais influencia os filhos

> Um pai que tem medo de ir ao dentista é propenso a transmitir seu medo para os filhos, dizem pesquisadores espanhóis.

> A hipótese dos cientistas: quanto maior o medo de dentista de um membro da família, maior será o medo transmitido ao filho. 

> Assim, há necessidade dos dentistas reduzirem o medo dos pais fornecendo-lhes informações precisas sobre o tratamento odontológico para evitar a transmissão do medo para os filhos (Professora, America Lara-Sacido).

Texto completo disponível em goo.gl/VYZZBN

Falta de orientação pode atrasar a primeira visita ao dentista

1 em cada 6 pais que não receberam conselhos médicos acreditavam que as crianças deveriam atrasar a primeira visita ao dentista até os 4 anos de idade ou mais, de acordo com pesquisa realizada nos EUA.

Esta idade para a primeira visita está acima da recomendada pela American Academy of Pediatrics e pela American Dental Association.

Dos pais que acreditam que poderiam adiar a primeira consulta ao dentista, 45% achavam que a criança não tinha idade suficiente; 25% que os dentes das crianças era saudáveis e 15% que a criança teria medo do dentista.

Dos 60% dos pais que já haviam levado os filhos ao dentista, 79% acreditam que a ida tinha vadio a pena.

“Visitar o dentista em idade precoce é parte essencial dos cuidados de saúde das crianças” – Sarah Clark

>Texto completo disponível em goo.gl/STVXyL

Células tronco dos dentes de leite

No nosso país, é permitido armazenar os dentes de leite, mas não é permitido prometer tratamento para nenhuma doença. Ainda não há segurança para a aplicação das células tronco em seres humanos.

A polpa do dente de leite contém células tronco mesenquimais, assim como o cordão umbilical. A vantagem, neste caso, é a obtenção não invasiva. A coleta deve ser feita antes do dente de leite cair. Neste caso, o dente precisa ser extraído de forma asséptica por um cirurgião dentista e em seguida ser enviado a um laboratório específico para o armazenamento em nitrogênio líquido a -196º, conhecido também como crio preservação.

Lembrando que este é um serviço pago!

 

Dicas de higiene bucal para pessoas com necessidades especiais

Os problemas de destreza ou uma incapacidade física, dificultam o segurar da escova e do fio dental. Mas, isso pode ser resolvido usando alguns “recursos caseiros” ou dispositivos listados a seguir:

  • Use uma faixa elástica larga para prender a escova em sua mão.

  • Alongue o cabo da escova com um pedaço de madeira ou plástico como uma régua, palito de sorvete ou abaixador de língua.

  • Faça uma alça (loop) com o fio dental para uma manipulação mais fácil.

  • Use escova dental elétrica e passador de fio dental para facilitar.

Pessoas de todas as idades podem apresentar condições especiais como derrame, lesão de medula espinhal, esclerose múltipla, retardo mental, síndrome de Down, distúrbios genéticos, doença de Alzheimer ou artrite. Os prestadores de assistência podem precisar ajudar pessoas com necessidades especiais a realizar a higiene bucal.

Eis algumas dicas:

  • Escolha um local iluminado e conveniente.

  • Se a pessoa não cooperar ou não for controlável, tente acalmá-la explicando o que você vai fazer, ou agende a tarefa para uma hora do dia em que a pessoa esteja mais descansada ou possa ser mais receptiva.

  • Movimente-se de maneira calma, lenta e confiante, para evitar assustar a pessoa.

  • Elogie e estimule as tentativas independentes.

  • Dê apoio à cabeça da pessoa, e tome cuidado especial para evitar que ela engasgue e sufoque quando a cabeça está inclinada para trás.

  • Se a pessoa for incapaz ou não quiser manter a boca aberta, você pode fazer um abridor de boca colocando vários abaixadores de língua juntos. Discuta com seu dentista como inserir um abridor de boca para evitar lesões nos dentes.

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Texto disponível em: goo.gl/sWRSFm

Imagens disponíveis em:  RECURSOS E TÉCNICAS PARA A HIGIENE BUCAL
DE PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS - Hartwig, AD; Silva Júnior, IF; Stüermer, VM; Schardosim, LR; Azevedo, MS.

Com que idade devo levar meu filho ao Odontopediatra?

O ideal é que os bebês de até 12 meses sejam avaliados por um Odontopediatra. E tem mais, você gestante deve e pode consultar um Odontopediatra para receber orientações sobre como higienizar os dentinhos do seu bebê, tirar dúvidas e se preparar para este momento muito especial.